Archive | agosto 2012

SEXTA-FEIRA! QUAL É A BOA?

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JOHN LENNON FAKE FACEBOOK PROFILE

Falo nada.

#RIP MALCOLM WILDE BROWNE

Morreu nesta segunda-feira devido à complicações causadas pelo mal de Parkinson, o fotógrafo e jornalista norte-americano Malcolm Wilde Browne, aos 81 anos de idade. Sua mais famosa foto, ganhadora do prêmio Pulitzer em 1963, mostra o monge budista Thích Quang Dúrc se auto imolando, em protesto contra a administração do então presidente do Vietnã do Sul, Ngô Dinh Diêm, que era apoiado pelos EUA e oprimia a religião budista. O ato fez com que o então presidente dos EUA, John F. Kennedy, reconsiderasse a atuação norte-americana no país, que se intensificou após sua morte.

A famosa foto de Browne ilustra a capa do primeiro disco (homônimo) da banda Rage Against The Machine,  lançado em 1992, assim como também está presente no encarte do primeiro álbum da banda punk californiana Dead Kennedys, o politizado “Fresh Fruit For Rotting Vegetables”,  lançado em 1980.

A HISTERIA EXPLOSIVA E CONTAGIANTE DO GRUPO DEAD SARA

Um nocaute. Creio que essa seja a única forma possível de descrever o meu primeiro contato, com o hard rock explosivo do grupo californiano Dead Sara. A voz de Emily Armstrong é assustadoramente poderosa, mas vertiginosamente dedicada às reverberações e distorções de guitarras exageradamente altas, presentes no primeiro álbum homônimo, lançado pelo grupo este ano. Esqueça a qualquer concepção de fragilidade feminina, pois no que depender da eletricidade dilacerante da voz de Emily Armstrong, o hard rock será preservado para sempre.

E é graças à arrebatadora voz de Emily, que as composições universitárias do Dead Sara se sobressaem entre uma incontável quantidade de bandas assombradas pelo poder hipnotizante da distorção corrosiva. A influência clássica está presente através de referenciais óbvios, resgatados graças ao peso atmosférico presente em suas harmonias cruas, um conjunto de fragmentos sonoros derivativos de nomes como o Black Sabbath, o Led Zeppelin e o Deep Purple. Mas talvez seja por meio da densidade sombria do falecido (?) grunge, e o seu desesperado grito histérico juvenil, que o quarteto de Los Angeles cresce e converte novos fãs.

De qualquer forma, é inegável o prazer presente em canções como a progressiva faixa de abertura “Whispers & Ashes”, o colossal e agressivo single “Weatherman”, a sutileza espectral de “Dear Love”, e destaque para o (talvez) mais agressivo, emotivo e cativante grito expressivo registrado este ano, presente na espetacular “Face To Face”. Sem dúvida, o Dead Sara prova-se uma banda perfeita para uma audiência carente e nostálgica, faminta por distorção ensurdecedora e histeria vocal primata.

Paralelo a todos os pontos dissecados, é preciso também destacar a sensacional guitarrista Siouxsie Medley, que ao lado de Emily Armstrong compõe o núcleo feminino do Dead Sara. Siouxsie provavelmente não sabe, mas ostenta um dos melhores nomes artísticos já revelados nos últimos tempos. Salve Emily Armstrong e suas camisetas de flanela. Salve o hard rock.

#OBRIGADO

Estou feliz!

Em incríveis sete meses de vida, finalmente celebramos a nossa centésima atualização. Surpreendentemente conquistamos mais de 5.300 acessos neste período, com apenas 3 míseras atualizações semanais.

Estou orgulhoso deste memorável resultado. Agradeço pela sua inestimável companhia e exagerada paciência paternal com o nosso universo gástrico. Muito, muito obrigado!

Espero que continuem acompanhando a nossa construção equivocada de opiniões contrárias, acessando o nosso peculiar universo difamatório, e curtindo a nossa tímida sociabilização existencial no Facebook.

E agora é necessário uma música para celebração.

A BELEZA SILENCIOSA DE COEXIST, O NOVO ÁLBUM DO THE XX

Muito aguardado por todos que dividiram o prazer de emocionar-se com o impactante e homônimo primeiro álbum, lançado no distante ano de 2009, o trio britânico The xx retoma seu lugar de destaque no provável crepúsculo musical desta nova (e quase irrelevante) década.

Todos os seus elementos fundamentais continuam presentes em Coexist, uma obra atemporal, cuja beleza sussurrante está inserida em harmonias de delicadeza microscópica. As vozes de Romy Madley Croft e Oliver Sim, continuam dividindo a mesma atmosfera flutuante surreal, pontuada por uma estrutura incontínua de uma atrevida linha de baixo econômica, inserida em um constante eco hipnotizante.

A beleza presente em canções como “Angels”, “Chained”, “Sunset”, “Missing” e “Our Song”, deve validar Coexist como um dos melhores álbuns do ano. O provável culto ao silêncio harmônico promovido pelo The xx deve merecidamente se multiplicar por todo o mundo. E os milhões de casais ouvintes, em perfeita união ou constante atrito, devem se entregar a beleza das harmonias tristes de uma das melhores bandas da atualidade.

O RETORNO DESENCONTRADO DO BLOC PARTY

Depois de diversos conflitos internos, ofensas públicas e uma traumatizante separação anunciada, o quarteto britânico Bloc Party reencontrou-se novamente disposto a ignorar o tumultuoso passado, para juntos avançarem em direção à reconquista de um futuro incerto.

A falta de criatividade presente no título do novo álbum, estende-se por quase todas as canções presentes em Four, o óbvio quarto e novo trabalho lançado pelo quarteto inglês. Antes de qualquer impacto crítico, é preciso deixar claro que eu sou fã do Bloc Party.

Eu considero os álbuns Silent Alarm e A Weekend in the City, obras primas contemporâneas. Trabalhos dignos de presença na seleção dos melhores álbuns lançados na primeira década deste novo século. E o abismo entre os dois trabalhos é imenso. O que iniciou-se simplista, dançante e pontuado por influências óbvias como Joy Division e The Cure, no seminal Silent Alarm, ganhou corpo, velocidade e experimentação eletrônica em A Weekend in the City. O desencontro orgânico e eletrônico, exigiu dos ouvintes uma paciência adicional, com o lançamento de Intimacy, terceiro e menos elogiado álbum dos ingleses.

Em Four o experimentalismo eletrônico é mínimo, para a alegria de muitos fãs, e apesar da audição inicial remeter o novo álbum aos trabalhos iniciais, a celebração é adiada devido à falta de eficiência entre as canções. A impressão aparente sugere que o Bloc Party reuniu todo material disponível, e não aproveitável de sua fase inicial, e o que deveria ser celebrado como uma simpática coletânea de b-sides, fora tratado como o glorioso ressurgimento da fênix, excedendo em expectativa e decepcionando em resultado.

Apesar da confusa concepção causada pela errônea escolha de canções adversas, Four possui ótimos momentos individuais.  Canções como a deliciosa e dançante “Octopus”, “Real Talk”, “Day Four”, “V.A.L.I.S” e “Truth”, indicam que apesar de exagerado e desencontrado, o retorno do Bloc Party ainda pode e deve ser comemorado.

NOVOS TEMPOS, NOVOS NOMES

Direto e objetivo. Selecionamos 18 nomes promissores (e alguns coringas já celebrados), para compor a vigésima quinta edição de MESS_TAPE. São 18 diferentes propostas espetaculares, dispostos a entretê-lo pela próxima hora em volume máximo. Aproveite.

MESS_TAPE 025 – Nuevo Tiempo

  • Lovedrug – Dinosaur
  • Rich Aucoin – It
  • Sick of Sarah – Giving Up
  • The Great Wilderness – Dark Horse
  • Bloody Beach – Gonzo Blues
  • Ladyhawke – Professional Suicide
  • WhoMadeWho – Inside World
  • Krista Muir – Concrete Lovesong
  • Dry The River – Weights & Measures
  • Melody’s Echo Chamber – Endless Shore
  • Stalley – Go On
  • Pussy Riot – Putin Lights Up the Fires
  • Kate Nash – Under-Estimate The Girl
  • The Touch – Sermon
  • VHS or Beta – Breaking Bones
  • Team Me – Show Me
  • Astro – Ciervos
  • Blondfire – Where The Kids Are

O FIM DA MTV BRASIL

Hoje a coluna de Keila Jimenez disponível no site UOL, noticiou o que muitos já esperavam. A MTV Brasil como conhecemos, felizmente deve acabar.

De acordo com a colunista, entre os executivos de televisão é notório que a MTV não vem alcançando os resultados esperados. O grupo Abril iniciou há dois meses as negociações para dar um novo rumo ao canal musical ainda neste ano. A principal negociação envolve a venda da rede nacional da emissora, e até a devolução da marca “MTV Brasil” para a sua dona original, a americana Viacom.

Com a venda da rede, o grupo Abril, que possui os direitos da marca “MTV Brasil” licenciado até 2018, pode renegociá-la junto a Viacom, resultando na extinção da atual programação.

Seria lamentável o fim da MTV Brasil? Não. E sinceramente, eu acredito que a MTV já está morta. A incessante busca por audiência e os repetitivos cortes de gastos, não resultaram em nada além do declínio da qualidade em sua programação. A MTV deixou de ser uma emissora relevante quando negligenciou a essência de sua origem, ignorando a música e investindo em programas de auditório deficientes, game shows colegiais ultrapassados, reality shows plásticos descartáveis e um humor deficiente, que apesar de um notório início, tornou-se repetitivo, vexatório e sem graça.

Houve uma época que a MTV de fato possuía relevância. Através dela muitos artistas surgiram, consagraram-se e foram apresentados ao grande público. Sua programação efetivamente valorizava a música, apresentando documentários, entrevistas, shows e videoclipes divididos em programas bem estruturados, reservando horários específicos aos apelos comerciais radiofônicos. É triste recordar que houve uma época em que a MTV realmente priorizava a boa música. É triste porque trata-se do passado.

Hoje a MTV Brasil não possui qualquer relevância. Na era da internet ninguém espera pela exibição de seu videoclipe favorito. Seu humor excessivamente débil, equilibra-se com esforço sobre os limites de um baixo orçamento. A apatia de seus apresentadores não expressa qualquer amor genuíno pela música, principalmente quando são obrigados a promover artistas irrelevantes, na esperança de conquistar um mísero ponto de audiência. Com o tempo a MTV ousou se inventar, e graças ao seu atrevimento ganancioso perdeu o apreço de sua audiência pioneira, sem conseguir conquistar a atenção de uma nova geração com a sua colorida proposta reciclada. Um provável suicídio acidental.

E não existe nostalgia suficiente no mundo que me convença que o seu fim é errado. Considerando diferentes aspectos, eu acredito que hoje seja o momento de renascimento, mas para que isso efetivamente aconteça, é necessário sepultar a MTV que conhecemos. Extinguindo tudo e todos que se atreverem a permanecer no ar.

DE VOLTA AOS ANOS 90

Não poderia ser diferente. A década de 90 representa a minha descoberta musical. E para uma grande maioria de balzaquianos, não houve época igual.

É claro que cada década carrega seu próprio mérito musical, mas os anos 90 serão sempre lembrados como a década da distorção.  Um dos grandes momentos da história do rock alternativo americano e da nova explosão do britrock inglês.

Nessa nova edição de MESS_TAPE celebramos alguns dos principais nomes da década de 90. Uma viagem no tempo agradável e imperdível.  Aperte o play, aumente o volume e aproveite a distorção.

MESS_TAPE 024 – NINETIES ROOOOCK!
  • Bush – Little Things
  • Oasis – Stand By Me
  • Nada Surf – Stalemate
  • Buffalo Tom – Summer
  • Spacehog – In The Meantime
  • The Cardigans – Erase / Rewind
  • Pixies – Bone Machine
  • Sleater-Kinney – Dig Me Out
  • Weezer – Undone (The Sweater Song)
  • Placebo – Teenage Angst
  • Soundgarden – The Day I Tried To Live
  • Nirvana – Dumb
  • Silverchair – Abuse Me
  • Supergrass – Pumping on Your Stereo
  • Stereophonics – Just Looking
  • Pearl Jam – Wishlist
  • Stone Temple Pilots – Interstate Love Song
  • Hole – Miss World
  • The Smashing Pumpkins – Bullet With Butterfly Wings

CINCO PREMISSAS BÁSICAS PARA UMA NOVA NAMORADA #REVISADO

Ninguém que eu conheça quer estar sozinho, mas principalmente não quer estar mal acompanhado. E neste momento único, onde muitos estão solteiros e alguns desesperados, todos se perguntam qual é a pessoa ideal. Em uma realidade voraz e objetiva como a nossa, qualquer conselho pode ser fundamental, e por conta dessa desculpa canalha, eu decidi eleger as cinco premissas básicas para uma nova namorada. Sim, eu estou solteiro. E provavelmente devo permanecer após a publicação deste texto. Aproveite com bom humor.

5 – RELAÇÕES FAMILIARES

É preciso ter um bom relacionamento familiar. A namorada ideal precisa no mínimo relacionar-se bem dentro do seu ambiente familiar. Não importa a condição. Não importa se os pais dela estão divorciados ou falecidos, se os irmãos estão em estado vegetativo ou se a maioria dos parentes está distante ou próximos demais. Nenhuma família é perfeita, mas todas deveriam encontrar a sua forma de viver em harmonia. Se ela possui traumas familiares, brigas ferozes e conflitos irreconciliáveis, desapareça. Namorado não é terapeuta, não irá salvar o mundo de ninguém e como todos sabem, ou deveriam saber, apartar brigas entre familiares é tão perigoso quanto torcida organizada ou skinheads. A regra é clara, já basta a sua família disfuncional para lhe causar problemas, e nenhum par de pernas sensacional merece o seu envolvimento em uma nova guerra familiar.

Caso de exceção: Ela é bilionária. O dinheiro vai manter as brigas familiares distantes, provavelmente em Paris.

4 – FORMAÇÃO ACADÊMICA

O mundo é capitalista, frio e cruel. E todos competem à procura do seu lugar ao sol. O conforto custa dinheiro, e conquistá-lo significa muitos anos de estudo e trabalho. É preciso estudar. Ela precisa estudar. E a idade irá orientá-lo em relação ao nível de estudo mínimo adequado, mas lembre-se, nunca é tarde. Ela pode ter finalmente iniciado a faculdade aos 30 anos, e mesmo aparentemente tarde, iniciou. Neste quesito é preciso ter cuidado com as falsas promessas. Ela promete que irá estudar no próximo ano. Ela promete que irá concluir aquele curso já completamente esquecido. Ela promete que assim que resolver os problemas de hoje, irá estudar amanhã, e assim tudo será melhor. Ela promete. Se hoje ela prefere ocupar-se com qualquer outra atividade cômoda, e ignora a importância de uma formação acadêmica, abandone. Afinal, se amanhã será melhor, me procure quando for incrível. Até por que ninguém merece uma vida mediana, certo?

Caso de exceção: Ela é bilionária. E o fato de não estudar pode fazer de você o maior administrador de todos os tempos.

3 – CULTURA

O mundo já possui muitas dançarinas de funk. Bailarinas de programas dominicais e mulheres que encaram numa boa serem tratadas como mesa de sushi. Na real, ter um corpo bonito é ótimo, mas não é preciso ser um gênio para entender que trata-se de algo passageiro e completamente acessível à qualquer devoto de academia.  A embalagem é bacana, mas o que interessa é o conteúdo. É fato. E para uma infinita quantidade de mulheres vulgares, a cultura é algo assustador. Quem conhece sabe, cresce e domina fácil qualquer boa conversa envolvendo música, livros, cinema, teatro, restaurantes (comida também é cultura), eventos… E se ela sabe como dançar a nova coreografia da música de sucesso popular, mas não sabe responder qual é o seu autor (não é ator) favorito, abandone. Um corpo legal pode até resultar em uma transa bacana, mas até o previsível não está garantido. Uma pessoa culta garante uma companhia agradável. Debate. Crescimento. Diferenciação. Uma pessoa culta provavelmente não irá lhe causar qualquer vergonha, mas uma pessoa vulgar sim.

Caso de exceção: Ela é bilionária. E o fato de não saber nada apenas torna você mais atraente.

2 – PERSONALIDADE

Não adianta insistir. Se vocês não combinam, provavelmente o relacionamento não irá dar certo. Ela pode ter a família perfeita, estudar nas melhores universidades, ter um bom emprego e ser tão culta quanto você, mas se as personalidades não combinarem, não insista. A regra é clara. Ela gosta de amarelo, música erudita, literatura russa, salto-alto, espetáculos de dança e é vegetariana. Você gosta de azul, música eletrônica, ficção medieval, all-star, espetáculos onde ninguém está sentado e não dispensa um bom churrasco. Eu não sei por qual motivo se apaixonaram, mas sei inúmeros motivos que irão alegar quando se separarem. É claro que ninguém é perfeito e será exatamente igual à você, mas existem elementos que apenas você pode definir a importância. Por mais que seja necessário vivenciar novas experiências, sabores, filosofias e posições, mudar a essência de um ser humano é algo tão fácil quanto viajar até o espaço. Se você sabe que não se trata apenas de uma conversa, compressão, atenção e apoio, abandone. O tempo é precioso. E com certeza é muito mais trágico insistir em uma relação errada do que acabar com uma. Quando você encontrar a pessoa certa, que provavelmente não irá abraçar todas as suas causas, mas estará ao seu lado na maioria delas, você irá se sentir completamente realizado.

Caso de exceção: Inacreditavelmente não existe. Até por que não existe nada mais insuportável do que uma bilionária chata.

1 – SEXO

Sexo para o homem representa no mínimo 60% de uma relação. E mesmo assim o homem reluta a assumir detalhadamente o que espera do sexo. Posições, fantasias, taras estranhas e desejos inimagináveis habitam a cabeça de qualquer pessoa. E se um relacionamento é bom, a vida sexual é ótima. E não trata-se apenas de encaixe, tamanho ou diâmetro, o que de fato interessa é a satisfação. Faça sexo, mas principalmente, fale sobre sexo. Todo tipo de sexo. Na cama muito do que é feito é intuitivo ou segue uma cartilha básica, escrita por conversas de bares e filmes pornográficos. Fora da cama é possível ter uma ideia do que funciona, o que é proibido e o que deveria ser experimentado, basta criar um diálogo. E lembre-se, a cama é o pior lugar do mundo para descobrir que algo é inadmissível. A negação acaba com qualquer excitação. E se o sexo não combina entre os dois – você já deve imaginar qual é o meu conselho, por se tratar de algo que representa no mínimo 60% de uma relação – abandone.

Caso de exceção: Ela é bilionária, adepta de relacionamentos abertos e você não é ciumento. Isso existe?

ZERO – A REGRA DE OURO

Humildade. Lembre-se que antes de impor uma mulher ao julgamento das cinco premissas básicas, você precisa se julgar. Até por que não existem melhores ou piores, mas diferentes. Todos vivemos sob as mesmas condições de julgamento e continuamos cometendo diversos erros diariamente. De qualquer forma, o tempo é sempre o senhor da razão. E todos nós somos frágeis humanos.

A CAMPANHA SONORA DA BURBERRY

Christopher Bailey, diretor criativo da Burberry, inovou o lançamento da nova campanha de verão da Burberry Eyewear. Bailey convidou quatro novas bandas inglesas promissoras – Life in Film, The Daydream Club, One Night Only e Marika Hackman – e produziu uma série de vídeos com performances exclusivas para a grife inglesa. O resultado você confere agora, onde destacamos Marika Hackman, uma promessa digna de sua atenção.