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PARA COMEÇAR BEM: WEEZER

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O Weezer é simpático.

Uma ótima, animada e inofensiva opção para começar bem o dia, e talvez uma das principais atrações da próxima edição do festival Lollapalooza, mas ainda é cedo demais para especulações, veremos.

Selecionamos cinco grandes singles do grupo, simples assim.

E como bônus, essa versão incrível do Cuomo para “Brain Stew” do Green Day.

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FRANZ SIMPÁTICO FERDINAND SHOW

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Terça-feira exageradamente quente para a apresentação de um grupo escocês em São Paulo, e complicada, principalmente para quem gostaria de aproveitar o máximo que a noite tem a oferecer sem se preocupar com as obrigações no dia seguinte, mas nem por isso havia qualquer disposição para desistir, pelo contrário, a “aventura” estava apenas começando.

Eu não me recordo de qualquer outro show internacional no Espaço das Américas, mas tenho boas lembranças da selvageria de festas universitárias anárquicas no local, vestidos coloridos, gravatas desnecessárias e uma tensão sexual sem limites no ar. Pense, se o local é capaz de abrigar uma legião de formandos irrecuperáveis, uma apresentação de rock é incapaz de acelerar a pulsação cardíaca dos responsáveis pela organização do evento. Fato.

Não havia pressa, e sinto ser sincero, mas não havia amor. O Franz Ferdinand é uma banda simpática, mas depois de algumas cervejas entre amigos, concluímos que não é uma banda capaz de causar furor. Eles, sem dúvida nenhuma, possuem singles dançantes, mas ainda não possuem uma música capaz de hipnotizar uma multidão. No palco são incrivelmente competentes, bem vestidos e ensaiados, assim como qualquer outra banda católica, praticante, exemplar, crente.

Como em qualquer outro evento o valor cobrado pelas bebidas não me surpreendeu, uma absurdo, mas não tanto quanto ao vazio entre o público presente, já previamente dividido pelo apartheid financeiro promovido pela irritante pista vip, premium, gourmet, escolha o termo que desejar, mas não se deixe enganar, é a mesma armadilha.

Felizmente eu tive a oportunidade de acompanhar o show por diversos ângulos, desde o telão sem som na entrada principal, junto com a equipe de seguranças, entre os diferenciados fãs e curiosos na pista principal e os elitistas e fanáticos na pista premium, observando sempre sem entender ao grupo acomodado no distante camarote vip, que ao meu ver não oferece tanto conforto quanto prometido. E em qualquer lugar havia boa percepção do show e vista disponível para o palco, sem considerar os telões auxiliares.

Em algum momento da apresentação nós decidimos procurar abrigo na área destinada aos fumantes, é ótimo a disponibilidade deste local em uma casa de shows, e para a nossa surpresa havia uma quantidade considerável de pessoas como nós, despreocupadas quanto a apresentação. Em algum momento alguém exaltado e correndo grita: – Quem aqui está agora, não gastou um centavo com o ingresso. Eu ri.

Voltamos a fim de conferir a etapa final do show, dancei, cantei e me apaixonei algumas vezes, o público do Franz Ferdinand reserva uma inegável quantidade de beldades inexplicavelmente sozinhas, talvez os pares não sejam fãs de rock escocês, talvez realmente o amor está em falta em São Paulo, quem sabe?

“This Fire” encerrou a apresentação em uma variação de improvisos a fim de torná-la épica, um desperdício com a melhor música do repertório do grupo. Mais da metade dos presentes, menos da metade da capacidade da casa, não era capaz de nomear uma música além de “Take Me Out”, os fãs, sempre os fãs, serão eternamente gratos pelo grupo que visita o país pela sétima vez, enquanto eu voltei para casa localizada a poucos quarteirões do local de show, desejando vida longa ao Espaço das Américas, uma vez que o acesso ao local é ridiculamente fácil.

Quanto ao Franz Ferdinand apenas uma sincera observação, banda simpática, mas sem furor suficiente para me convencer a comprar o ingresso.

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SEXTA FEIRA COM CHUVA & BEST YOUTH

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Enquanto um novo álbum não é lançado, o duo português Best Youth continua confinado em estúdio sem qualquer previsão otimista, vamos encerrar essa sexta-feira com essa parceria espetacular entre a dupla e o produtor (também português) Moullinex.

O single “In The Shade” é exatamente o que você precisa como companhia ideal em uma sexta-feira, seja com chuva ou não, seja em São Paulo ou qualquer lugar.

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EU DESCONFIO QUE O RYAN ADAMS…

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Eu desconfio que o Ryan Adams lançou o melhor álbum do ano. O clima setentista de seu novo trabalho homônimo, remete as produções voltadas para melodias bem construídas, sem o modismo de pulsações eletrônicas aceleradas ou distorções incapazes de provocar um recém nascido, entre outros elementos comuns que dominam o atual indie rock.

Adams voltou-se para o passado, entregou sua alma para músicas verdadeiramente executadas, sem programações traiçoeiras ou fórmulas de sucesso, o resultado é um trabalho adulto, afinal, estava na hora de alguém efetivamente envelhecer com louvor.

“Gimme Something Good”, o primeiro single divulgado deste novo trabalho,  já é na minha sincera opinião, A música do ano. E 2014 está sendo um grande ano para a música, sem dúvida. Destacamos também a absurda e sensível “My Wrecking Ball”, em uma performance ao vivo para o programa The Tonight Show.

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O RETORNO DE JAMIE T

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Depois de um silêncio longo, foram cinco anos de espera após o sucesso absoluto do álbum Kings & Queens, o prodígio Jamie T retoma as atividades musicais promovendo o lançamento do álbum Carry On The Grudge, com lançamento previsto para o início de outubro.

Se Jamie manter a qualidade apresentada em Kings & Queens, o novo álbum será sem dúvida um dos melhores lançamentos do ano, mas no que depender dos dois singles divulgados pela gravadora Epitaph, o futuro de Jamie é incerto.

“Zombie” entrega uma melodia descartável e repetitiva, uma composição muito abaixo do esperado, enquanto a melancólica “Don’t You Find” eleva o nível sem ser capaz de reverter as impressões desanimadas por parte da crítica e público, mas estabelecer um julgamento prévio seria sem dúvida um grande erro.

Vamos aguardar.

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RADIO DEPT PARA PROTESTO E DOWNLOAD

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Depois de quatro anos em completo silêncio, o Radio Dept retoma as experimentações sonoras com o inédita “Death to Fascism”, um mergulho livre em camadas eletrônicas de progressão em compassos cruzados, pontuadas pela harmonia poética de suas distorções orquestradas.

Aos curiosos, a frase “Smrt fašizmu, sloboda narodu!” significa “Morte ao fascismo, a liberdade para o povo!”, um slogan adotado pelo movimento de resistência Iugoslávo e Albanês.

A música está disponível para download gratuito, basta acionar a opção no soundcloud em destaque.

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UM SHOW IMPERDÍVEL EM SP – AMANHÃ!!

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Amanhã (quinta-feira 11/09) em São Paulo, direto do Canadá, o grupo Current Swell realiza uma apresentação única de sua nova turnê, promovendo o elogiado novo álbum Ulysses.

Formado em Vitória, Columbia Britânica, o Current Swell apresenta uma refinada fusão de folk, surf rock e reggae, abusando de ambientações acústicas e experimentações ao vivo, envolvidas em performances enfusivas e carismáticas.

Aos desatentos é possível conferir os vídeos de uma performance da banda ao vivo, em um especial gravado para o canal canadense CBC.

A apresentação em São Paulo é imperdível e recomendada, já destacamos o Current Swell no passado e os ingressos ainda disponíveis podem (e devem) ser adquiridos via a plataforma de vendas Sympla.

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TUDO O QUE IMPORTA AGORA

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Entre os lançamentos válidos deste ano, e por favor acredite, 2014 está sendo um ótimo ano, eu decidi destacar o que irá definitivamente convencê-lo de que não existe razão para desacreditar em 2014.

Aos desacreditados eu dedico  “Happy Idiot”, o primeiro single do ainda inédito Seeds, o aguardado novo álbum do fantástico TV On The Radio, e sem dúvida um ótimo recomeço para restaurar a sua fé em 2014.

 

O incrível Spoon retomou as atividades e lançou They Want My Soul, um forte concorrente ao título de melhor álbum de 2014. Entre muitas pérolas presentes neste novo trabalho eu destaco a belíssima “Do You”, um legítimo teste para a sua capacidade de repetição até a completa exaustão.

 

O The Horrors é definitivamente uma das minhas bandas favoritas dentro do que talvez seja possível nomear como “nova geração”, e veja que estamos falando de uma banda formada em 2005! O single “So Now You Know” é o suficiente para você se entregar ao espetacular  álbum Luminous, um trabalho imperdível.

 

O ALT-J é algo que precisamos reconhecer. Não existe nada muito mais inovador do que o grupo no momento, e o single de “Left Hand Free” já é uma das melhores músicas lançadas este ano, presente no ainda inédito e muito aguardado novo álbum This Is All Yours. Reconheça.

 

Hamilton Leithauser é o vocalista do intocável e adorável The Walkmen, e apesar de alguns receios quanto a sua estréia solo com o lançamento do álbum Black Hours, basta ouvir a sutileza elétrica de “I Don’t Need Anyone” para compreender o quanto é justificável a multiplicação dos fãs de Leithauser e Walkmen neste incrível 2014.

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CRÍTICA: LOLLA 2014 BIPOLAR

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A nova e aguardada edição do festival itinerante Lollapalooza finalmente aconteceu em São Paulo, sob um céu azul vívido e uma sensação térmica muito acima dos 40 graus celsius. Depois de uma exagerada ansiedade contida e desconstruída, destacamos os erros e acertos do que vivenciamos nos dois dias do festival.

O autódromo de Interlagos não é exatamente o melhor lugar para a realização de um festival deste porte, pois a localização não é facilmente acessível de carro, as vagas disponíveis não são suficientes para atender sequer metade dos ingressos vendidos, as linhas de ônibus são insuficientes e limitadas e o acesso via trem/metrô exige diferentes baldeações, além de encontrar-se consideravelmente distante da entrada mais próxima – para quem se arriscar a caminhar pelas ruas do inseguro distrito de Cidade Dutra.

Logo na entrada era perceptível o descuido estrutural na determinação das vias de acesso aos espectadores, além de escassos, os acessos tornavam-se mais estreitos para a quantidade de público presente, resultando em um grosseiro funil humano em momentos de maior concentração de público, seja durante a entrada ou na saída do festival. Outro ponto não observado é a quantidade de saídas disponíveis para o festival, se de fato havia apenas uma única saída (até o momento essa é a nossa percepção), a organização deveria comemorar a não ocorrência de uma enorme tragédia no local, devido a intensa movimentação de pessoas durante os dois dias do festival.

Outros erros grosseiros estruturais foram observados na distribuição de serviços ao longo de todo o espaço disponível. Caixas próximos aos bares, banheiros e postos médicos lado a lado, resultavam apenas em um acumulo de espectadores em fila, uma concentração que muitas vezes dificultava o acesso a serviços essenciais, como os banheiros e o próprio posto médico. Essa concentração de pessoas também dificultava a movimentação do público ao redor, e desnecessariamente resultava em um efeito progressivo de inviabilização de todos os presentes no festival.

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O número de lixeiras disponíveis era insuficiente, e não prezavam pelo descarte seletivo, um dos muitos ideais ostentados pelo festival.

A distância entre os palcos era grosseira, e o acesso era penalizado por estreitamentos e divisórias que se complicavam devido à presença de serviços essenciais ao longo do caminho, como caixas, bares e banheiros, resultando em um estorvo descomunal durante o término de cada apresentação. No sábado era generalizado o descontentamento com a inviabilidade de acesso devido à quantidade de público presente, muitos espectadores reclamaram que não puderam assistir a alguns shows devido à falta de mobilidade.

Se o capitalismo é a bíblia e a lucratividade é a cruz, talvez a voz (percepção) de Deus seja de fato a voz do povo. Devido à falta de controle e a divulgação de dados oficiais, resta à percepção comum a impressão de que durante o sábado a quantidade de público presente estava acima do limite determinado (entre 70 a 80 mil pessoas). Se comprovado o abuso, resta aos defensores públicos de plantão o estudo de uma ação de reparação aos danos causados, uma vez que devido ao excesso de espectadores todos os serviços disponíveis tornaram-se insuficientes e insatisfatórios, além da impossibilidade de acesso as atrações devido à falta de mobilidade no festival. Uma vergonha.

Além de insuficientes a disponibilidade de espaços reservados para o descanso encontrava praticamente isolado do público. Interlagos não dispõe de muitos espaços sombreados, e o calor incessante torna a disponibilidade desse conforto em item essencial para o bem estar do público presente, quem se atreveu a isolar-se, ao menos encontrou conforto.

Um dos muitos atrativos do Lollapalooza são os diferentes serviços e atrações que o festival e seus principais patrocinadores oferecem ao público. Essas atrações resultam em atividades diferenciadas e brindes memoráveis, que conquistam o público sem restrição. O problema consiste na disponibilidade de informação quanto aos diferentes atrativos: praticamente nula. Para os exploradores e curiosos destemidos, restou o trabalho de percorrer e questionar os diferentes pontos de merchandising distribuídos em todo autódromo de Interlagos. Sem qualquer mapeamento das atividades e brindes disponíveis, muitos expectadores voltaram para casa de mãos vazias, uma decepção frente às expectativas do planejamento de marketing de muitos patrocinadores.

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O espaço gourmet e as vans de comida dispostas no festival foram sensacionais. O preço fez justiça ao destaque da participação de diferentes chefs e a oferta de pratos elaborados surpreendeu. A micro feira gastronômica atraiu um público maior que alguns shows isolados, durante os dois dias do festival, e a qualidade dos alimentos ofertados estava impecável, pecando muitas vezes pela quantidade oferecida frente à gula dos presentes.

Por conta da distribuição das atrações em três diferentes palcos, a programação do festival mereceu ser minuciosamente estudada, considerando as atrações de interesse e descartando (infelizmente) todas as outras performances programadas para o mesmo horário. Dessa forma, a nossa programação inicial resultou na seguinte definição:

Sábado – Dia 5 de abril

Red Oblivion (12h45 – 13h30)
Capital Cities (14h – 15h)
Cage The Elephant (15h05 – 16h05)
Imagine Dragons (17h15 – 18h30)
Lorde (18h30 – 19h30)
Nine Inch Nails (19h55 – 21h25)
Muse (21h30 – 23h)

Domingo – Dia 6 de abril

Illya Kuryaki & Valderramas (12h40 – 13h25)
Raimundos (13h30 – 14h15)
Johnny Marr (14h20 – 15h20)
Vampire Weekend (16h30 – 17h30)
Pixies (17h35 – 18h50)
Soundgarden (18h55 – 20h25)
New Order (20h30 – 22h)

Graças a nossa desorganização, ao transito excessivo, a complexidade e lentidão na entrada comprometida graças ao estúpido afunilamento estrutural e o expressivo excesso de público, pouco desfrutamos das atrações apresentadas durante o primeiro dia do festival, restando conforma-se com a performance de um distante, irritante e parcial solo (Julian Casablancas), uma inexpressiva performance mascarada (Portugal the Man), uma surpreendente revelação (Lorde) e um exagerado e comprometido encerramento (Muse).

No domingo, com excessão de Illya Kuryaki & Valderramas, foi possível acompanhar todas as atrações programadas, sem qualquer contratempo exagerado.

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Apesar de presentes, foram consideravelmente pequenos e inexpressivos os erros técnicos observados. Todas as bandas se apresentaram no horário programado e o sistema de som e imagem funcionou bem, considerando apenas a área reservada a cada palco, sem ignorar que apenas as grandes atrações possuíam acesso ilimitado a todos os recursos gráficos disponíveis no palco, além de uma melhor equalização do som.

A bipolaridade do Lollapalooza 2014 está presente na estupidez primária da distribuição de estruturas e acessibilidade, em um festival bem organizado gastronomicamente, com ótima disposição audiovisual, além de celebrar uma pontualidade inglesa na apresentação de suas atrações. A programação é lamentável pelo embate de horários e apresentações, mas isso é extremamente comum em qualquer outro festival do mesmo porte.

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R.I.P. LOU REED

Perdemos um mestre de relevância histórica irrecuperável. Que as sujas distorções do contraditório e provocativo paralelo espiritual histérico, recepcionem o seu convidado de honra.

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O LINE-UP PERFEITO PARA 2014

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Imagine um festival perfeito. Um local agradável e aberto, com fácil acesso e um estacionamento amplo, sem cobrança abusiva ou estrutura deficiente.

Imagine três grandes palcos posicionados em diferentes terrenos levemente inclinados, possibilitando uma boa visão do público independente da distancia e quantidade de pessoas na plateia.

Imagine telas de alta definição que dissecam detalhes mínimos e um som cristalino e eficiente.

Imagine.

Imagine uma quantidade satisfatória de banheiros disponíveis e bem distribuídos. Praças de alimentação com variedade e qualidade de opções, além de um amplo espaço para descanso, com bancos confortáveis e entretenimento cultural.

Imagine um festival perfeito.

Uma perfeição tão plena que apesar de sua impecável estrutura indiscutível, não comprometa os espectadores em um esforço financeiro sofrível, oferecendo ingressos ao custo de no máximo 280 reais (com todas inimagináveis taxas de conveniência e frete incluso).

Será que é impossível a realização de um festival perfeito? Será que é impossível para o Brasil?

Para celebrar um sonho tão lírico e belo, é necessária a escalação de um line-up perfeito, uma seleção de artistas de destaque digno, do que pode vir a ser o melhor festival de todos os tempos, um desafio ambicioso para qualquer curadoria de shows existente hoje.

Imagine.

Para cada um dos três incríveis palcos disponíveis, nove atrações inesquecíveis são escaladas para o delírio de milhares de fanáticos sonoros, refletido em uma implacável disputa pela compra dos ingressos.

Todo esforço é válido, pois trata-se do festival perfeito.

Atrevendo-se ao desafio, e quem sabe ao acaso de curadorias distraídas, MESS_UP selecionou o line-up perfeito dos festival dos sonhos, escalando artistas atuais, contemporâneos e pérolas sonoras prontas para serem (re)descobertas.

Considerando o cenário atual sem qualquer exagero ou tendendo ao impossível, apresentamos o line-up perfeito para o melhor festival de todos os tempos!

Aprecie e lembre-se de que está convidado a sugerir, discutir ou criticar o nosso line-up através do campo para comentários. Sinta-se em casa!

FESTIMAGI
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2013 EM 30 MÚSICAS INCRÍVEIS

RÁDIO

Esqueci alguma coisa fundamental? Não creio.

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O MELHOR SHOW DE 2013/2014

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Não tenho palavras para descrever a magnitude da apresentação atômica realizada por Trent Reznor frente ao seu insuperável Nine Inch Nails.

Provavelmente a melhor apresentação de 2013 e, atrevendo-se, talvez a melhor apresentação de 2014 também.

Exagero?

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QUEBRANDO O SILÊNCIO

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Inativa desde 2004, a diva underground Kathleen Hanna (Bikini Kill / Le Tigre)  retoma sua histeria elétrica sonora à frente do grupo The Julie Ruin, com a divulgação da música “Ha Ha Ha”, o segundo single do ainda inédito (e aguardado) álbum Run Fast.

Kathleen Hanna nunca decepciona, nunca!

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